quarta-feira, dezembro 08, 2010

Cannabis e suas ilusões...

Vou fazer um comentário aqui.
Sou contra a maconha. Sempre fui. Acho-a fedorenta, desnecessária (para fins que não sejam medicinais) e a tenho como válvula de escape de quem não tem a mínima capacidade de se acalmar/divertir de maneira saudável e que não prejudique a si mesmo ou à família.

Deveria ser legalizada?
Na minha humilde opinião NÃO. Acho também cigarro uma grande bosta, pois assim como a maconha, é fumaça que você coloca dentro dos seus pulmões que foram feitos para inalar 21% de O2, 78% de nitrogênio e 1% de todos os demais gases. Fora disso, há prejuízo. Fato.
Pelo que eu vejo, legalizar cigarro não fez bem algum à sociedade. Faz com que os idiotas que levantam essa bandeira (incluo nisso inclusive pessoas da minha família, com as quais já atestei que conversar sobre isso é como conversar com a parede, tamanha capacidade que o vício tem de bloquear a mente) se sintam livres para inalar essa bosta em qualquer lugar, fazendo mal a si mesmo e aos que são obrigados a conviver com isso, se matando aos poucos e aos poucos entristecendo aqueles que se preocupam com ele.

Pra mim a maconha vai ter o mesmo destino, se for legalizada. Não vai ajudar em NADA. Não vai diminuir o tráfico. Certo?
Porque além da maconha ainda existe muita bosta no meio do tráfico e pra dar um jeito nisso por meio da legalização, teríamos que viver numa anarquia, onde as pessoas têm a permissão do Estado pra se matar lentamente.

Por quê maconheiro defende a legalização da maconha? Porque é viciado. Não pensa no futuro, não pensa na família, não pensa no exemplo que pode dar pros filhos, não pensa. E ainda pode parecer preconceito, mas pelo que eu vejo no dia a dia, pessoas que consomem a cannabis são, em sua grande maioria (há exceções, que confirmam a regra) têm pouco o que fazer (pois o ócio é um catalisador), não são lá muito articulados, fedem e constantemente se sentem ofendidos quando são taxados de viciados. Meio contraditório.

Insistem nos mesmos relinches sem base sólida. Acabam consigo mesmo e com os que gostam dele. Até o dia em que não haverá mais ninguém que realmente nutra sentimentos por ele, a não ser os mesmos maconheiros que o acompanham e que se fingem de amigos para apenas ter alguém que lhe confirme a ilusão de que o mundo é hipócrita. Ilusão de que é normal, cool, popular.

Hipócrita é você que diz que não é viciado.

Makes me sick.

4 comentários:

Leonardo J. Mancini disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Leonardo J. Mancini disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Camelo disse...

Vamos lá.
Tô longe de ser fascista, pois se de fato fazer críticas é inerente ao fascismo, não existiriam pessoas pagas para desempenhar essa tarefa.
Cansei de todos esses comentários redundantes acerca de quão maravilhosa a cannabis é na cabeça de quem a usa; tanto, que nunca, nem mesmo quando eu era uma adolescente de 16 anos empolgada e tinha idade pra achar isso legal, NUNCA, achei.
Questão de princípio, valor familiar, como quiser chamar. Não é superioridade. É opinião. E como tal, posso expressa-la como quiser no meu espaço, com toda a paixão que eu desejar.
A questão tá longe de ser a legalização ou proibição da cannabis, uma vez que odeio cigarro na mesma proporção e não saio caçando com foice as pessoas que usam ambos. Apenas sinto nojo, pena e quero distância.
E se apenas 2% da população concordar comigo, são essas as pessoas que eu quero do meu lado.
Cya

Camelo disse...

Os outros 98% que querem se autodestruir, que o façam. Longe de mim.