segunda-feira, abril 14, 2008

You don't see me at all

O que pensar quando você percebe que se tornou a sua pior versão? Não há ninguém para se culpar, a não ser... você mesmo. Avaliar o que costumava a ser... e ver como tudo mudou a perder de vista.
Querer se prender a algo volátil; quando no entanto tem alguém tentando te puxar pra realidade, que por vezes pode ser muito adorável, e não querer isso de jeito nenhum. O porquê concreto, não saberia lhe informar. Mas não me apetece a idéia de magoar outrem. Ainda mais por quem existe estima pura e simples. De graça.

Daí você me olha assim... conversa comigo. Eu te falo sobre a vida, gostos, amores, músicas. Daí você acha que entendeu, que conheceu. Ou pior: se for daqueles mais fúteis e vazios, vai presumir coisas apenas vendo o meu rosto que tantos dizem ser antipático.
Apenas algo a se considerar: nem você, nem eles. Ninguém me vê por completo.

...

"You don't see me
You never see me
You NEVER see me
At all"

8 comentários:

Anônimo disse...

Acredito que ninguem conheça ninguem completamente, nem nós mesmo nos conhecemos nesse grau, acredito que a vida é feita de riscos, que decidimos ter ou não...
Cabe a cada um escolher...
made your choice


h

evol disse...

começo a acreditar que quem mais insisti nessa história de "quem vê cara não vê coração" é você. realidade ou não, quem decide nossa realidade, ou a representação dela (acredito mais na representação, como o efeito da maconha em cada um) somos "nozes".
a vida é feita de escolhas, toda hora tem uma pra decidir. qual papel higiênico, qual extrato de tomate, qual garrafa parece ser mais "bonitinha".
e viva a liberdade de expressão!

evol disse...

hahaha.
errata - insiste*

até os maus erram.

daniel valentim disse...

bem vinda ao clube... e, acredite, não há uma pontinha sequer de escárnio no comentário.
às vezes parece que há uma escolha a se fazer, mas na verdade não temos saída

daniel valentim disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
daniel valentim disse...

eu me expressei mal, quis dizer que esse dilema moral de certo ou errado é causado por uma escolha que já fizemos, você quer algo (normalmente o errado), já fez essa decisão, então está se debatendo por causa disso... e aí sim, quando você decidir o que fazer a partir desse momento, ambas as opções podem te levar a becos sem saída: decidir pelo moralmente certo te leva a ficar com uma vontade insuportável; decidir pelo moralmente errado te leva a uma culpa insuportável... então a escolha é, na verdade, uma simples questão de decidir de que lado vai doer.

evol disse...

boa Valentim!!!


na verdade a escolha está em qual a melhor igreja.

x]

Guhn disse...

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