sexta-feira, março 07, 2008

I wish I could wish that

Goodbye, no use leading with our chins
This is where our story ends
Never lovers, ever friends
Goodbye, let our hearts call it a day
But before you walk away
I sincerely want to say...

I wish you bluebirds in the spring
To give your heart a song to sing
And then a kiss, but more than this
I wish you love
And in July a lemonade
To cool you in some leafy glade
I wish you health
And more than wealth
I wish you love

My breaking heart and I agree
That you and I could never be
So with my best
My very best
I set you free

I wish you shelter from the storm
A cozy fire to keep you warm
But most of all when snowflakes fall
I wish you love

I wish you love

...

Acho muito guerreiro da parte de alguém assinar o atestado de óbito do coração com tão grande amabilidade. É como chegar e dizer: "você foi embora, mas eu ainda te amo e por isso quero que você tenha com outra pessoa todas as coisas maravilhosas que eu gostaria de ter com você".
Vá se foder. Eu não consigo ser assim. É mais provável que eu mande "cavalos de tróia" pro seu e-mail do que "I Wish You Love", lindamente cantada pelo Rod Stewart.
Mas acho que qualquer ser humano que receba uma letra dessas, sendo realmente ser humano e cumprindo esse verbo infinitivo com toda a intensidade necessária, tem que sentir pelo menos um friozinho na barriga. Senão, você é um puta de um insensível.

8 comentários:

Akinol disse...

See Here or Here

Anônimo disse...

Acrdedito que as pessoas tenham realmente medo do que não conhecem a grande maioria ao menos... Sentimentos fortes como esse podem simplesmente mandar embora alguem que não tenha coragem de encara-lo de frente, agora, quem sabe o que isso significa, o que esses tipo sentimento faz, agarra forte ao peito sem medo, pois sabe que a vida é feita de frações de momentos, e que o importante na mesma é fazer com que momentos bons se sobreponham aos ruins, assim teras uma boa vida, feliz, e sem medo!

Evol disse...

acho que vai demorar algumas vidas (não acredito nisso, mas serve como unidade de tempo, ahiuhaiha) pra eu saber o que é querer que seja feliz o que não foi comigo.
não que seja um "sólo" egoista, mas sim o humano, pq ser, acho difícil;

mas me resta um pouco disso, eu acho.

Akinogal disse...
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Anônimo disse...

A massa onisciente da agonia
As noticias de agora de hoje em dia
Dez segundos, dez mil anos... fibras óticas
Das análises caóticas às circunstancias despóticas

O dia, a noite, a informação, a orgia onírica dos vícios
o prelúdio do fim anunciado põe anônimos sócios
de Anônimas sociedades engolindo o universo abstrato
números gerando fome, fome gerando morte, morte hábito

Morte no hálito das ruas - que é de todo esse inferno - substrato
O retrato glorioso do gozo deste tempo desgostoso o clímax de uma era
o despertar de uma fera que decepa cabeças voluntárias a bandeja
que despeja seu gosto de inveja, seu bouquet de xanax
Seu duvet de diversão torpeza, seu céu seu inferno, sua indústria sua igreja

Seus olhos de vidro na plasticidade de seu mundo cinza, do meu mundo cinza
Das cinzas desse fogo de onde sairemos fênixes ou não, letárgicos zômbicos...
Sabe lá o que sairá do murmúrio-anão do fim de um mundo disforme-mágico
De dinâmicas anacrônicas embasbacastes de tão babacas

Sumindo todo dia no sufoco gástrico de viver no futuro
Queimar os dias de hoje nos dias de amanhã, agendas relógios, a gente os espólios.
Queimar do amanhecer verde metropolitano. olá monóxidos, dióxidos, destroços
olá viela de alterações biológicas, olá monstros míticos desses dias

Meninas, meninos,crianças. Um beijo, uma lambida. Enchem a barriga
Do pus sexo-social de nossos dias, da quintessência da vida
Inocências vendidas no mundo sem lei, por menos que um prato de comida.

Por nervos em frangalhos, por olhos sem íris, por bocas ressequidas.
De Craxi, de cola, do thinner, da fome, da merla, da merda da vida
Da eternidade instantânea dos segundos pontiagudos passantes
vinte e quatro horas de aula: dispersão intensiva dirigida
Fome explosiva de poder! Comunicação massiva distorcida

Os tiros, a balburdia, a doutrina hiperinflada do medo
Cebola, alho, cominho, e gente; Tempero barato.
Ingrediente agridoce deste cômico enredo

Aproximo-me, esfrego-me, enveredo-me, imiscuo-me
Das vísceras podres do concreto esverdeado das Revoluções
Nos prédios lacrados das corporações, no mundo de cromo da situação
Paredes reluzentes de aço coruscante, pedra, sobre pedra infame
Sob o grito fenomênico desistente desse último instante
A beira do abismo onisciente. Do fim anunciado desimportante


O homem que reprime o assassínio corta as veias de seu mundo
e deixa-o sangrar na indiferença e o mundo nosso morre indigente
E não, não me digam que foi a gravidade a derrubar esta torre
Fora a gravidade do engenheiro ao tentar retificar - de tornar reto -
As espiras do bruto, tentar eufemizar ser homem acabando no próprio reto

CEOs, corretores,a máquina caótica dos sócios minoritários, os corruptores
cães de guarda, putos, estupores - da parte do cão corporativo -
da babel babona, bêbada! Ruere Babel, Ruere Babel do bobo novo milênio.

Dos milésimos de segundo onde vive todo teu dinheiro
O muito pouco do mundo muito derretendo o crânio
Empobrecemos vidas, raízes, sorrisos, países, sonhos.
Enriquecemos urânio, escárnio, escarros, escrotos!

Vamos, Vamos etnocídio pela paz; Vamos globalizar a guerra!
Vamos, vamos nos transformar em estrelas, nos cobrir de luminescência
Derretamos a fluorescência dos escritórios, dos laboratórios, dos sanatórios
Dos sanitários. Vamos Intumescer os olhos da negra fuligem

Das narinas esbranquiçadas dos montes de cocaína
Dessas tuas veias mundanas de nitroglicerina
Dos pulmões, dos dedos, dos olhos e cabelos, tingidos de nicotina
Da meditação diária na carnificina invísivel da vida-morte de mercado

Dessa insurreição velha de espiritualismo importado de lá, de cá.
Dos últimos Hopi, dos últimos tucanos, dos últimos do juruá
Último tempo, última hora, mundo de sempre mundo de agora.
Agora a glória da história memória que uiva esses modos de mória

Das luzes nossa troça pulsante, mórula atemporal de euforia
Nossa pausa temporal gordurosa, dessa cancerígena agonia
O farfalhar de todas as folhas fluídas de jornal

Quintais, espaços, florestas, lamaçal, o matagal
Tudo quanto é vivo transpaçado de vil cinzento metal
Vida límpida confundida com aço enlaço em pontas e espinhos

Ninhos de aves, sonhos tão graves. Gente tão mutante
Cidades com a morte liquida ladeada de estradas
Brilho, rejuntes, calçadas, beleza lesa e falso futuro
Falho virulento, pesado e pesaroso, absurdo futuro escuro.


O virtual momento virtuoso, o virtuoso momento virtual
Mundo do bem, mundo do mal, mundo bem mal, débil mental
Igualando-se aos outros para provar sua individualidade
Dividindo o indivisível ficando com tudo para si mesmo

Vagando a esmo pelas frestas de sua realidade relativa
Na crônica invasiva do universo da informação reativa
Na passividade dos ciclos decadentes das décadas
Viva a vida de ontem reativada, viva a pilha desvairada de dias

Vivamos o desvario cósmico de existir e ser nada e ser tudo
Vivamos o quebra-cabeça de gente num uníssono igual-diferente
Vivamos o sono abismal dos setecentos canais de televisão
Vivamos a diversão da subversão das subversões incoerentes

Alegrem-se pois é o fim de nossa agonia coruscante
Alegrem-se e enfeitem-se do marfim do elefante branco que cai
Alegrem-se pois se isso dói é mentira, se é mentira perdura, então cura

Desilusão! A nuvens não são de algodão, o aço corta, a luta é em vão
Desilusão! A chuva é a vida, e a chuva também queima, DESILUSÃO!
Desilusão! O trabalho edifica o homem, Vejam aí o pedreiro anão.
Desilusão! O mundo não fica mais desse jeito não, vira pó na tua mão!

Vamos! Vamos botox,xanax,benflojim, prozac. Plástico, plástica, ginástica
Vamos! Vamos escultores de corpos, vendedores de mentira, linda e mágica!
Fomos! fomos humanos, fomos orgânicos. Fomos à merda tantas tantas vezes!
Fomos! fomos usados, fomos usura, fomos luxúria, somos lindos e velozes!

Ferrari, Armani, Versace, Ferre, mais dinheiro, desbalanço e mais mulher!
Dolce & Gabanna, Svarovski, Channel, mais poder, hedonismo e prazer!
Somos chique, somos morte, somos a faca o queijo, a carne e o corte
"somo seaway tessado, e corote" são gente, ninguém são, sanidade, subsídio!


Comunidade fratricida assistindo o suicídio televisionado das eras.
Feras engolindo feras, concreto engolindo quimeras, e o grito reverbera
FIM! FIM! FIM! No oco fundo dos encéfalos, na sala de espera dos acéfalos
Fim nas calçadas reluzentes, fim na luz azul das salas de estar
fim na noite que nunca dorme, fim dos dias que nunca acordam.

Somente porque fazia eras que nao comentava aqui......mas agora estou atualizado e li todos os seus ultimos posts....

um bom domingo para você....

bjssss

mellzis disse...

mas tudo passa... TUDO PASSARÁÁÁÁÁÁ!!! ahahha
gatam, te linkei no meu blog, okie?
:*

mellzis disse...

ah, meu blog é lovendestroy.net/blog
:P

Fenridal disse...

See here or here