sexta-feira, julho 06, 2007

Silêncio que atordoa

Vou usar esse canal para desabafar algo que, sinceramente, me deixa inconformada. Creio que este aqui é um veículo livre, cujo espaço pode servir para a dor, a alegria, a desilusão, o encantamento mas também para protestos.
Cara, a liberdade de expressão é algo incomensurável para o homem. Até que ponto um ser humano, utilizando-se do fato de que é dono de uma empresa de comunicação, pode vetar notícias porque não quer concorrentes para uma outra empresa sua, que nada tem a ver com a primeira, mas tira vantagem desta?
É um absurdo um repórter não poder CITAR o nome de uma banda que irá tocar na cidade só porque o dono do jornal vai ficar putinho. Pois ele deveria aprender que certos eventos, principalmente se forem deste estilo escroto que ele gosta, não possuem o mesmo publico que outros certos eventos. O caderno de cultura fica seco. Pobre. Restritíssimo. Bocas são fechadas; um silêncio que atordoa.
Quem perde? Não sei se os demais produtores da cidade ou o próprio veículo de comunicação, que falta com imparcialidade, ética e acima de tudo, NOÇÃO.
Esse tipo de jornalismo vendido é uma grande bosta e eu me vejo de mãos atadas por não poder reclamar pra ninguém. Aqui eu reclamo; e foda-se.


Posted by: Loy*
Ouvindo: Crossing enemy’s line

2 comentários:

Anônimo disse...

O grito sufocado e silenciado....é a uma das piores sensações.....

Espero que você esteja bem, eu chegei de viajem, poir isso não postei antes....

um bom fim de semana...

Você vai pro Scorpions?????
Amanha tem Matanza.....acho que vou lá!!!!


;)

Fernando Monteiro de Araújo

Supernova disse...

Matanza nada. Zeca Pagodinho, que é trabalho. Infelizmente... :P

e o msn?