domingo, janeiro 15, 2006


"A miracle life starts with the pain... forever this will be"
You know when you dream about something so hard, that the possibility of that coming true,is something so far away? You know when you wanna fell, touch something, you desire that so much that it souds impossible?
Love, passion, obsession, whatever, just something that takes your breath away, someone who just doesn’t get out of your mind, all musics you listen, everything you write and every fuckin' single sentence you say is about this person. Someone, you can't live without.
Hands cold, my lags shaking, and you cant't speak properly.
You know when you dream about something so hard, that the possibility of that coming true,is something so far away? You know when you wanna fell, touch something, you desire that so much that it souds impossible?
You know what is like to desire someone SO hard that your life just doesn’t make any senseuntil he’s around? You know how the city lose its grace just because he isn’t here? You know how awful a party can turn if he doesn’t show up? And the times you dreamed about him, that you kissed him and said all the things you dreamed to say?
You only dream that he kisses you. You only dream that one day, he will play the songs that make your heart alive. And you dream about saying how you fell about him.
One day, maybe, that day is gonne come.
But right now, I just stand here watchin' the fate laugh about me.
Well... "I don't blame the fate, but it's too hard to face the truth".

(algo que escrevi há um tempo, mas achei interessante compartilhar...
Foda-se se está em inglês, não vou traduzir pra não tirar a essência da coisa. Quem tiver que entender, vai entender)

posted by: Loy*
ouvindo/tocando: Symbols - Hard Feelings

sexta-feira, janeiro 06, 2006

I'm gonna have to move on...


Sempre penso mto antes de escrever um texto... e fico horas buscando as melhores palavras de forma q eu não pareça uma completa mente vazia escrevendo pra esse blogger (q por sinal eu nem sei se as pessoas visitam....)
Mas não sei... hhoje me deu vontade simplesmente de escrever e escrever por horas... tava pensando aqui "cá com meus botões" como diria a minha vó... como as coisas sao engraçadas... qtas mentiras e ilusoes o mundo vive, nós vivemos e ainda assim somos conformados com isso! Algumas sao tao absurdas de se acreditar q vc se pergunta várias vezes se é realmente falso... porque o falso é simplesmente mais conveniente que o verdadeiro... não sei se alguem entende o que eu to querendo dizer...
Mas as vezes não é simplesmente mais legal se a gente não soubesse a verdade? ahhh querem um exemplo? olha aí a Sarah Jessica Parker... uma amiga minha se chocou tanto com essa história que eu simplesmente nao consigo tirá-la da minha cabeça...
Bem, a Sarah estrelou o seriado americano Sex & The City. Neste, a mesma fazia o papel de Carrie Bradshaw, uma escritora, meio (pra não dizer completamente) frustrada com sua vida amorosa e eternamente fumante! O fato é que a atriz, a propria Sarah, odeia cigarros e fez inclusive uma campanha anti-tabaco... e a minha amiga se pergunta incessantemente até agora: como que a Sarah não fuma???? É mentira cara... não é possível... e na cabeça dela, o fato de que se atriz fumasse tudo faria sentido, mostra como para as pessoas as vezes o ilusorio, o irreal, o "fake" é muito mais real e convincente.
Sabe q no momento eu queria muito viver e sentir essa "conveniencia" que é você acreditar piamente que algo é verdadeiro e real.. às vezes é bom sentir isso...mas nao de forma a se viciar...
Não sei... talvez por um momento.. eu queria acreditar que a Sarah fumasse, eu queria acreditar que o amor existe, que ninguem engana ninguem, me enganando para q isso fosse possivel e me fazendo um pouquinho mais feliz numa vidinha de conto de fadas..
Sei não... talvez eu só esteja um pouco frustrada com as coisas que eu estou vendo, com a forma atraves da qual elas estão acontecendo... como as pessoas estão agindo e como elas se sentem... e eu eu sou apenas uma delas....
Move On

Well I been thinking about the future
But I'm too young to pretend
It's such a waste to always look behind you
Should be lookin' straight ahead
Yeah, I'm gonna have to move on
Before we meet again
Yeah, it's hard
If you had've only seen
10.34: Flinders Street Station
I'm lookin' down the tracks
Uniformed man askin' am I paid up
Why would I wanna be that?
Yeah gonna have to move on
Before we meet again
Yeah it's hard
If you had have only seen
Take control
Don't be afraid of me
'Cause every once in a while
You think about if your gonna get yourself together
You should be happy just to be alive
And just because you just don't feel like comin' home
Don't mean that you'll never arrive
Yeah I'm gonna have to move on
Before we meet again
Yeah it's hardIf you had have only seen
Take control
Don't be afraid of me
Well I been thinking Tbout the future
But I'm too young to pretend
It's such a waste to always look behind you
Should be lookin' straight ahead
Yeah, I'm gonna have to move on
Before we meet again
Yeah, it's hard
If you had've only seen

Jet...

Posted by Karla

quarta-feira, janeiro 04, 2006

TEMOS UM GRINCH EM MANAUS!


Rapaz, esse aqui vai ser o primeiro texto que eu vou postar nesse nosso blogger tão especial, criado por uma pessoa tão especial quanto é minha irmã querida Karla Rebecca. Eu já estou tendo a ligeira impressão que todo mundo vai começar com um texto bonito, sobre sentimentos, coisas que mudaram nas suas vidas etc etc etc... Bem, eu sendo como sou, Bruna a tranqueira, a maluquinha, a cover do Medina versão feminina e acima de tudo a engraçadinha da paróquia, não poderia decepcionar meus inúmeros fãs e começar com esse texto bonito. Não! Vou me rebelar e escrever um texto engraçadinho (pelo menos eu espero que as pessoas percebam o humor tão refinado nele...).
Tudo começou em algum dia lá pelo meio de dezembro, quando eu tinha ido dar uma volta solitária aí pela cidade, sem rumo, apenas buscando meu horizonte distante (ah, essa é sim uma música dos los hermanos). Provavelmente era até isso que eu devia estar ouvindo no estimado rádio do meu estimado Honda Civic que em breve deve estar batendo as botas, porque ele tá me dando muito azar no que diz respeito a minha vida afetiva (mas isso é outro texto, não quero entregar o ouro assim tão rápido). Enfim, carro, passeio solitário, marlboro, los hermanos de fundo. Até aí tudo bem... O passeio deve ter durado mais ou menos uma hora e nesse curto espaço de tempo eu vi pessoas em outros carros extremamente estressadas no trânsito...Até aí você vai me dizer: “Porra Bruna, tudo bem estar estressado no trânsito, afinal engarrafamentos e tráfego não são lá os lugares mais relaxantes do mundo...” “Sim sim eu respondo, é claro, todos que já tiveram a oportunidade de pegar um engarrafamento lá pela Djalma ou pela Recife em horário de pico já sentiu vontade de mandar alguém para aquele lugar... Eu entendo”. Mas nesse episódio em questão que eu estou relatando, tratava-se de um horário por volta da meia noite, perto do natal, onde não há razão para se estressar tanto assim...
Explicarei melhor: como já falei e repito, esse meu passeio foi lá pelo meio de dezembro (19 se não me engano, ou seja, seis dias para o natal). Abro aqui um parêntese para dizer o óbvio – Natal é a data em que se comemora oficialmente o nascimento do JC, porra esse foi um cara gente fina acredito, que falava umas coisas bonitas, era muito eloqüente, um cara com ideais e determinação, um cara que mudou a vida no Ocidente e fez com que essa tradição do Natal se tornasse uma data bastante celebrada. De tradições estranhas é verdade, afinal que outra data consagra o pobre peru em alimento oficial? (aliás, a minha ignorância acabou de me bater aqui no ombro e me perguntou o porquê do peru, não sei e sempre quis saber... alguém, por favor, me conte porque o peru se tornou tudo isso no natal, tenho a impressão que deva estar relacionado com o Thanks Giving norte americano... enfim, se eu descobrir conto depois). Mas acima de tudo Natal é uma época em que comumente as pessoas inexplicavelmente se tornam mais caridosas, se abraçam mais, trocam presentes, enfim se sentem bem consigo mesmas. Então aí meu espanto em ver que naquele meu passeio de uma hora pelas ruas de Manaus, as pessoas furavam sinais vermelhos, buzinavam constantemente umas pras outras, proferiam palavras de ódio e gestos obscenos. Tava tudo muito estranho, procurei muito o espírito natalino nesse meu passeio e ele teimava em se esconder.
Voltei para casa me sentindo meio mal por ter visto as pessoas naquele estado, impacientes umas com as outras, inquietas como se estivesse faltando algo no ar. Foi então que me veio a revelação – as pessoas estavam nesse estado de nervos por causa da decoração de natal escolhida para nossa cidade esse ano! Porra, vocês já viram uma coisa mais bizarra que isso? A gente associa o natal a coisas bonitas, o tal do White Christmas, neve, árvores cheias de luzes e bengalinhas de pirulito, papai Noel gente fina deixando presentes nas meias sobre lareiras incandescentes... Opa, errei... isso é natal lá pros paises nórdicos, porque aqui abaixo da Linha do Equador meu filho, não tem neve nem lareiras incandescentes. Porra, sem essas coisas (podem me chamar de fútil agora se quiserem), mas fico com a sensação de que o natal se torna menos natal por aqui e o povo ainda coloca uma decoração medonha como essa? Quem foi esse cara que planejou essa decoração? O Grinch? Sim, pois só posso crer que ele esteja querendo roubar o natal das pessoas... Vejam só, uns índios (nada contra os povos indígenas do Amazonas, mas teoricamente nem natal eles devem comemorar, afinal o rei deles é Tupã, não JC) com cara de serial killers, papai Noel com cara de usuário de heroína (nada contra os usuários de heroína também, mas desculpem-me, papai Noel no máximo toma um chocolate quente na minha visão) e estuprador, e uns desenhos em tribal que se assemelham a toalhas de mesa... que que é isso minha gente? Lugar de toalha de mesa é na mesa, oras, não pairando sobre nossas cabeças fazendo com que a gente pense que está num tipo de universo paralelo (vai lá na estrada do aeroporto pra você ver do que eu estou falando)... E as cores desses enfeites, eram muitas, tudo muito confuso – azul, vermelho, amarelo, branco, até roxo devia ter naquela porra... queremos apenas cores de natal, que merda, isso é uma tradição secular. Cadê o respeito a JC, ô Grinch maldito? No mais, apenas mais uma historinha... Lembra que eu disse que tem um papai Noel que lembra um estruprador?... Pois é, coisa negativa atrai coisa negativa e não podia dar outra. Eis que nosso prestigioso shopping contrata uns bons rapazes para se fantasiarem de papais noéis e fazerem a alegria da criançada por lá. Alegria uma porra, porque um deles, espelhado no exemplo do enfeite do papel Noel estuprador, acabou por molestar uma pobre menina que estava por lá (quem leu os jornais sabe)... Apenas ocultaram o fato de que esse ano tudo foi uma conspiração para arruinar o natal das pessoas, ou vocês acham que essas coisas não estão relacionadas?... Não sonhem meus amigos, isso foi uma obra calculada, meticulosamente planejada pra tornar esse natal num natal, no mínimo atípico, sem o espírito natalino. Mas não se preocupem, isso aqui vai ser mandado pra prefeitura porque se tem uma coisa que não pode faltar no natal aqui dos trópicos é uma decoração de natal, no mínimo, elegante!
Na foto: a toalha de mesa usada como decoração de natal na Avenida Djalma Batista!!!
Posted by Bruna Medina (sim! pq baixou o proprio tecladista do Los Hermanos aki!!)

terça-feira, janeiro 03, 2006

As revistas que lemos nas salas de espera

Em cabelereiros, consultórios de dentistas, recepções... enfim, quando estamos a espera de algo mais importante e não temos muito com o que nos distrair, avistamos aquelas revistas. Sim, aquelas. Sentados, nos vemos diante de uma grande pilha de exemplares velhos de fofoca, que por impulso, pegamos a fim de preenchermos nosso tempo com fotos e declarações de artistas, sempre dizendo que a vida está uma maravilha.
"Eu acho que vc deve seguir seus sonhos. Eu segui os meus e veja só, estou na Malhação", diz alguma neo-estrela. "Nunca vou esquecer das minhas origens", diz o pseudo-moralista. "Este homem é o amor da minha vida, que estava tão são razão quando eu o conheci...", diz uma Débora Secco, pseudo-apaixonada.
É meus amigos, a vida destas pessoas sempre parece uma maravilha. Enquanto folheamos as revistas Caras, Contigo, Tititi, Quem e outras do gênero, nos perguntamos porque aquele mar de sorrisos e principalmente, de dinheiro, não nos acomete. Quem algum dia não se imaginou naquela merda de Castelo de Caras, que eu nem sei onde fica?! Ou em um roupão branco de banho, ostentando uma xícara de ouro, pisando em pétalas de rosa e com aquele sorriso colgate estampado no rosto, como quem diz: "Tira logo essa foto zé buceta, antes que este esforço me provoque rugas indesejáveis e que não devem aparecer nem um pouco na novela das 8!"
Eu andei pensando nisso enquanto estava comendo, sozinha, minha torta de Sonho de Valsa lá no Millenium. Eram 12h e eu tinha que estar no trabalho mais ou menos 12:30, então estava engolindo com verocidade a comida. Fiz um pratinho saudável, sem muitos exageros e comprei um pedaço pequeno da torta. Não comprei água, refrigerante ou qualquer líquido, porque minha mãe veio me dizer que a origem do meu buxo era porque eu tomava líquido enquanto comia. Isso faz a barriga inchar e te dá a impressão que vc está mais cheio, mais rápido.
Enfim, por estar atrasada, resolvi comer super rápido e me concentrar para tomar água (sim, água, porque Baré não vende no Millenium e em nenhum outro restaurante de grande porte, o que me causa até cerca revolta, mas isso é assunto para outro dia e outro texto) somente depois de certo tempo após o completo término da refeição. Em meio a tal contexto, eu parava pra admirar o clima de natal que me cercava: casais de mãos dadas, sorrisos nos rostos das crianças serelepes (bonita essa palavra não é?! serelepe...), sinos e bengalinhas vermelhas e brancas espalhadas em meio à decoração temática do shopping, pessoas indo e vindo com sacolas enormes. E notei que os casais me lembravam aquelas pessoas que estavam naquelas revistas idiotas de fofoca, que dizem que a vida só está completa quando acham a sua "metade da laranja", a sua "tampa da panela", a sua "bolinha pro desodorante roll-on", and so on. Ri sozinha da limitação da mente daquelas pessoas. E pensei comigo mesma que a felicidade depende de nós mesmos, e não dos outros, recordando-me de um antigo texto que havia escrito dizendo que devemos procurar alguém para somar com a gente e não nos completar. O ser humano é completo e sempre foi, quem disse que temos necessidade de outra pessoa pra podermos ser felizes?!
Nessa mesma hora, eu me engasguei. Meus olhos enxeram de lágrimas (não de emoção, e sim de desespero), e eu começei a tossir incansavelmente. Na fração de menos de um segundo, senti mais falta de um copo de água mais do que qualquer outra coisa nesse mundo e me senti uma idiota de não ter comprado nada pra beber em uma situação daquelas. Eu não tinha muito o que fazer, estava sozinha, sem dinheiro e sem água, entalada com um pedaço de sonho de valsa na garganta, chorando e tossindo no meio àquela decoração tão singela de Natal!
Foi aí que eu me levantei e fui embora. Sim, nem paguei o estacionamento porque foi tudo tão rápido que nem deu o tempo necessário para me fazerem as cobranças (creio que no Millenium, o tempo limite seja entre 15 a 30 min).
Saí correndo até o carro, tranquei a porta e terminei de dar o meu show de tosse lá mesmo. Até que passou... por um milagre de Cristo, eu consegui expelir o pequeno pedaço de sonho de valsa que tanto incomodava minha garaganta. Nojento?! É meus amigos, mas o drama tem que ser passado com realidade!
Dirigindo a caminho do jornal, pensei... se eu estivesse ali com alguém, uma pessoa que me estimasse, isso teria acontecido da forma como aconteceu?! Teria essa pessoa corrido pra comprar um copo de água pra mim (contanto que não fosse de coca cola, poderia ser até água da privada), batido nas minhas costas e depois que a agonia passasse, dissesse que estava tudo bem?
Até que ponto eu não dependo de ninguém? Até que ponto estar sozinha me satisfaz? Até que ponto almoçar sozinha no Natal, vendo casais felizes de mãos dadas, ao som de "i'm dreaming of a white christmas...", não me atinge?
E pensei nas revistas de fofoca... naquelas pessoas que sempre aparentam serem mais felizes que nós. Porque elas têm dinheiro e nunca se fodem em relacionamentos. Porque sempre que os terminam, parece ter uma fila inacabável para elas, como uma fila de banco, onde a próxima senha sempre está a um número astronômico da senha da vez.
Essas pessoas almoçam sozinhas?
Podem até almoçar, mas tenho certeza de que se elas se engasgarem, alguém correrá para ajudá-las ou elas mesmas terão forças e principalmente, dinheiro, para comprar um simples copo de água (que deve custar no máximo R$1).
Senhores... onde eu quero chegar com isso? Bem, é que percebi que a carência me afetou de uma forma peculiar dessa vez. Eu quis ser a Débora Secco por um momento. Ridícula comparação, eu sei, mas pq a vida de pessoas como ela sempre parece mais legal que a minha?!
Não que eu precise de um Falcão do meu lado. Não é esse meu ponto. Mas digo, às vezes é bom compartilhar da companhia de alguém que se importe com vc, certo? E não de uma foto que de alguém que diz que se importa com vc, mas não sente isso (pra bom entendedor, meia palavra basta).
Eu, que sou a última pessoa a me importar com a vida de famosos, parei pra pensar o quanto essas revistas exercem influência nas nossas vidas. Na minha, nunca exerceu. Mas esse dia que eu me engasguei sozinha, um momento trágico em meio a tanta felicidade de natal, desejei compartilhar da companhia de alguém que se importasse comigo e que depois me levasse para dar uma volta no Castelo de Caras, só pra esquecer aquele episódio horrível.
É, life has a funny way...

by: Loyana Camelo

Working on...


Ahh nada de especial a nao ser que esse querido blogger não gostou muito da casa da minha amiga bruna e se recusou a postar o texto dela sobre o transito de manaus!! pow.. soh pq o negocio tava bem escrito pela nossa engraçadinha da paróquia mais querida!
Dia produtivo o de hoje... e essa minha vida sem internet nao dá!! Perco todas as coisas boas do dia! Pelo menos hoje ocupei meu ócio com trabalho...
É... finalmente as coisas andam para a Supernova... e eu fico muito feliz com isso... e pelo menos escolhemos o nosso logo!! q é muito lindo!
Vale ressaltar que é criação de André Marques, nosso amigo publicitário que num momento de Epifania (como diria o saudoso george... outro designer maravilhoso) criou a nossa estrela difusa bem ao estilo OASIS + MENINAS + ESTRELA + EXPLOSÃO + Nos!
e aí pra vcs que visitam esse humilde blogger, dessas tres humildes jornalistas/produtoras em primeira mão o nosso logo! Deleitem-se.. e tenham todos uma boa noite!


Posted by Karla
ao som de Champagne Supernova - OASIS (qq aparição dessa música nesse momento é mera coincidência!!)

segunda-feira, janeiro 02, 2006

"Numa moldura clara e simples SOMOS aquilo que se vê"


FELIZ ANO NOVO....

Não sei porque às vezes me dá uma simples vontade de sair escrevendo coisas a respeito da vida e da minha vida... mas sempre acho que serão insignificantes aos olhos das outras pessoas...
Mas é tão engraçada a forma como a vida "apronta" com a gente....
Essas últimas semanas eu vim observando as coisas e como elas vêm acontecendo... simplesmente uma reviravolta na vida de todos... e o mais interessante: como as coisas estão extremente entrelaçadas.
Esse ano para mim foi um ano de mudanças... não só no campo profissional, mas principalmente em minha vida pessoal, no que diz respeito aos meus relacionamentos (não só aqueles amorosos, mas também nas amizades...).
Eu mudei que nem mesmo sei explicar como isso ocorreu e o porquê de tudo ter ocorrido (meio repetitivo, não?). Ora estou eu, em um realcionamento estável (?), ora estou vivendo uma vida de solteira/boêmia/girls night out / party all day long....
Eu mudei de forma que amadureci em vários sentidos - sentidos esses que não choram a perda de um relacionamento longo e duradouro que fora. Sentidos que me permitiram uma reviravolta profissional e uma escolha definitiva sobre o que eu quero fazer de minha vida.
Eu mudei no sentido de ser mais fria com relação às pessoas... desenvolvi uma "capsula protetora", como diria Adriana Calcanhoto. Será que serei capaz de me entregar totalmente a outro alguém... sei lá...
Eu mudei no sentido de que minha vida passou a ser meus amigos...os quais eu descobri não saber viver sem... em qualquer lugar, a qualquer hora, em qualquer circunstancia.
Eu mudei até mesmo meu gosto musical... para mim ele está mais apurado... mais inteligente, mais maduro... pode ser que para você que está lendo ele não seja, mas é só o que eu penso!
E até de filmes dramáticos e "esquizofrenicos", como eu sempre digo, eu passei a gostar... Trainspotting, Alta Fidelidade e o Igby que resumiu muito a minha vida... o que me fez esvair-me em lágrimas - talvez por peso na consciencia, talvez por saber que é verdade, talvez por gostar mesmo da pessoa.... talvez...
Estou mais sentimentalóide, apesar de fria (faz sentido???). Não sei, mas sinto essa necessidade de expressar meus sentimentos a todo momento...
Estou mais grosseira com determinadas pessoas... com certeza eu cansei de sofrer um pouco... (não que eu seja um dramalhão mexicano, mas todo mundo tem seus momentos...)
Não sei bem explicar o que foi 2005... mas posso afirmar que foi o MEU ano de transição.. para um fase mais adulta, eu acho. Momentos de decisao fizeram parte desse ano, momentos de tristezas que não se expressaram em lágrimas, mas em ensinamentos cada vez mais profundos sobre o que sou, como eu ajo e o que eu penso... momentos em que nem mesmo eu pude compreender o que se passava dentro de mim...
Mas de uma coisa eu sei: a minha vida mudou, sim, e usando um dos maiores e mais velhos clichês das historinhas romanticas e das novelinhas que entretêm meu país, mudou para melhor...
Mudou para Los Hermanos, Oasis, MPB, dramas e esquizofrenicos, arte e produção musical...
Mudou para Rio de Janeiro
Mudou para a boêmia, amigos e conversas inteligentes pela madrugada ou até mesmo com um cappucino no aeroporto...
Mudou porque encontrei duas irmãs especiais que me mostraram que a vida não é só o que eu havia vivido até aquele momento... tinha muito mais! E hoje eu sei disso..
Mudou para eu amadurecer e ter certeza do que eu quero para mim...
Mudou para ninguem me entender e me compreender, simplesmente porque assim é mais interessante...
Mudou para acordes, composições, compassos, Tulipas, Porões, Letras e também Expressoes...
Mudou com um objetivo
Mudou comigo
Mudou porque eu quis
Mudou por que essa sim, sou eu... e talvez.... se melhorar estraga...
Mudou porque a minha vida está nos trilhos e nunca fui tão feliz assim...
Mudou porque eu sou a Deusa do meu Mundo (como diz um querido amigo meu...)
Mudou só porque eu amo viver assim...
E que venha 2007 (porque 2006 é apenas um preparativo para eu viver de verdade...)
Feliz Ano Novo...

PS: Nada como esse dia para começar um blogger...
posted by Karla